Antonio Justel Rodriguez
SOBRE A POESIA E O SEU VALOR
…se a poesia, o seu ritmo, a sua harmonia e melodia, tiverem algum propósito,
que seja o de incitar a luz;
pois, oh, a luz e os fogos,
oh, oh, o fogo que causa o caos na morte com o próprio hino que a beleza instrui!
…enquanto ela é e permanece aqui, com o seu dom efémero, a palavra,
enquanto ela pulsa, penetra e inflama a alma, a exegese do mundo,
ah, o meu coração,
enquanto ela nos faz vibrar, sentir e viver,
e levantar voo e renascer—
não é a poesia um belíssimo sopro de ser, o seu verdadeiro receptáculo, a sua rosa ardente?
Diz-me, coração irmão, diz-me, não é…?
*** António Justel
https://antoniojustel.com
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Published on e-Stories.org on 07/09/2026.