Antonio Justel Rodriguez

RUMO AO SER UNIVERSAL [Republicanismo]


“...Eu sou o coração do viajante, a sua flor-de-lis e a sua honra, eu, a república;”

[... pois, embora o vento possa assobiar e sussurrar profundo e alto,
lembre-se que ele apenas transporta gritos antigos, mágoas antigas, perfumes antigos;
pare, escute-o e sinta-o, pois não duvide, ele é seu]
...pois quem será a república, o seu pulsar e a sua respiração?

Quem procurará uma estrela escura e esfregará e esfregará até que o mundo
se incendeie dentro dela e brilhe com igualdade e liberdade?

Lembra-se dele, o seu guerreiro íntimo, aquele que, ferido pela ilusão e pela morte,
desapareceu em batalha porque bebeu e jurou pelos cálices divinos e civis dos homens?

Ah, ele virá muito em breve;

...e o que fará ele entretanto com tanta solidão e o terrível sentimento
que a espera e a tristeza instilam na sua alma!

[...Contemplo a distância e, muito lentamente, a noite aproxima-se;

...Entrarei no seu coração e, encarando o sangue endurecido, com um anseio eterno,

com outro sol e outras rosas lutarei e lutarei pela república;

...não em vão sou o seu dom e a sua lei, pois eu, eu sou o seu Príncipe]
*** António Justel
https://antoniojustel.com
***

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Published on e-Stories.org on 07/16/2026.

 
 

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